Consciência

Na comédia Tratamento de Choque, o psiquiatra Buddy Rydell (interpretado por Jack Nicholson) questiona Dave (Adam Sandler): Quem é você? O terapeuta vai rechaçando as respostas de Dave até que este perde o controle, o que convence o doutor de que ele tem mesmo um problema com a raiva.

Mas quem de nós sabe a resposta?

Consciência e consciência: autoconhecimento subjetivo e materialismo objetivo

Existe uma confusão generalizada quando se trata do termo “consciência”.

O motivo da confusão é que esta palavra e o sentido semântico que a ela foi designado nas diferentes línguas definem ou descrevem perfeitamente duas coisas, aparentemente, distintas:

1) A consciência “pura”

A consciência “pura”, a pura presenciação. Ela não depende do objeto nem está vinculada a um indivíduo – ainda que seja o “sujeito” real, está além da experiência e do nexo sujeito-objeto.

Transcende o ser consciente ou inconsciente, é talvez melhor descrita como existência, ser puro.

Ela é amorfa, ilimitada, não tem essencialmente qualquer sentido de eu – embora este surja nela. Com sem forma queremos dizer que não tem em si um sentido de humanidade ou de qualquer outra manifestação.

A testemunha
© Nikolay Draganov em Pexels

Nossa consciência pode ser considerada pura (ou sem mente) quando observa sem interpretações, julgamentos, agrado ou desagrado, é pura testemunhalidade, presenciação.

O fenômeno da consciência pura em si não é meramente uma abstração metafísica, mas fato observável pelo próprio indivíduo. Em outras palavras, em chave materialista, mesmo a consciência surgida do cérebro tem esse caráter de simples testemunhalidade, não é um “complexo” e, como também dizem as Upanishads, não é afetada em si por qualquer acontecimento. 

2) A consciência subjetivo-objetiva

A nossa consciência subjetivo-objetiva, o sujeito “individual” da experiência, da relação sujeito-objeto. Para facilitar, poderíamos chamá-la de consciência objetiva ou de consciência individual, porque ela é a “consciência pura” revestida primeiramente da impressão de eu e em seguida dos pressupostos de nossa constituição humana e dos ajustes para interação com nosso mundo.

Por essas capas ou revestimentos, ela passa a se chamar mente. Devido a isso, muitas vezes na literatura “consciência” vira sinônimo de “mente”. Porém, se começarmos a “cortar os zeros” do que uma e outra é em sua real natureza, aparecem as diferenças. A “consciência mental” é um reflexo da consciência em si, e esta última é o que realmente somos.

Aquilo que nos faz ser não pode se tratar de um mero atributo.

Na terminologia de Jung, “consciência” é uma parte da totalidade psíquica, que também contém o “inconsciente”. Conteúdos outrora inconscientes podem emergir na consciência (e vice-versa). É o “consciente” ou “mente consciente”.

A mente implica e agrega também conteúdos, memórias, ego.

Por isso, em termos práticos, existenciais, meditacionais, quanto menos “mente”, quanto menos “eu”, mais a consciência se reflete puramente em seu estado universal.

A consciência “pura” e a consciência subjetivo-objetiva são a mesma coisa; o que as distingue é o sentido de eu, a mente e o corpo, que dão a aparência de individualidade e encobrem, mais ou menos, a primeira. A consciência em si, ao se manifestar em meio à mente e à matéria, aparenta ser consciência individual.

Você é o infinito enfocado em um corpo. Agora você vê apenas o corpo. Tente seriamente e você chegará a ver apenas o infinito.

Nisargadatta Maharaj em Eu sou Aquilo (cap. 69, p. 243.1)

Agora, existe mais um fator que as diferencia (sempre apenas na aparência): as diferentes abordagens, espiritual e materialista.

Abordagem espiritual: precedência da consciência

A abordagem espiritual é esta que apresentamos aqui e que advoga pela precedência ou preeminência da consciência sobre a matéria. A matéria existe porque a consciência existe; a matéria também é consciência.

A consciência não apenas presencia o mundo e o corpo, mas estes são próprias manifestações suas.

Tudo é consciência. A própria mente é um reflexo ou manifestação da consciência e, portanto, considerar simplesmente que é a partir da mente que a consciência se manifesta é enganoso ou, talvez dizendo melhor, ilusório.

Abordagem materialista: precedência da matéria

Já a abordagem materialista, que desde que haja cientistas como Edson Amâncio do canal Afinal, o que somos nós? não pode ser chamada sempre de científica, defende que a consciência surge da matéria.

Para ela, então, evidentemente, existe somente a consciência individual e esta geralmente é descrita como um aspecto ou parte da mente. Vale lembrar que não existe nenhuma comprovação (nem refutação) científica a respeito, são apenas hipóteses.

Ainda que o materialista aferre-se à sua teoria sobre a consciência, o mistério não acaba por aí; há um outro caminho, outra abordagem: o que é a vida? O que faz da matéria animada?

Para entender um pouco mais sobre o que é a consciência, vamos começar pelo que ela não é.

O que a consciência não é

Consciência significa estar ciente, mas este estar ciente ou consciência é de maneira geral interpretado e descrita como um atributo, recurso ou resultado do cérebro e ou da mente, ou a própria mente em si.

A consciência não é um atributo ou resultado do cérebro

Este é o paradigma que parece predominar na ciência e na neurociência, que teoriza por exemplo que a consciência possa ser o resultado das interações neuronais – é importante ressaltar que esta é apenas uma crença científica, sem qualquer demonstração. Sim, não são somente os espiritualizados que têm crenças, os materialistas também as têm e, neste caso, das limitantes.

É muitíssimo curioso observar como os cientistas embora assumidamente não saibam o que é a consciência, muitas vezes em seus livros e discursos fingem saber, e tomando meras hipóteses acerca dela como premissas chegam a conclusões inevitavelmente equivocadas.

O mais absurdo é que muitos deles postulam as mais estapafúrdias hipóteses sobre o que vem a ser a consciência e nem sequer consideram o conhecimento milenar de autoconhecedores que pode ser percebido, por exemplo, nas obras do Tao, nas Upanishads, no Gita, e no conhecimento de pessoas que mergulharam fundo dentro de si mesmas como Ramana Ramana Maharshi, Nisargadatta Maharaj e Osho.

Ao menos Sadhguru tentou explicar ao neurocientista David Eagleman que não somos o cérebro, a mente. (clique no ícone de ferramenta » Legendas » Tradução automática » Português)

Nota: não estamos nos referindo ao enorme avanço da neurociência que está permitindo e permitirá ao ser humano a cura de muitas doenças e limitações. É evidente que a ciência seguirá e deve seguir avançando, inclusive investigando TODAS as hipóteses possíveis também neste campo de autoconhecimento – inclusive a espiritual, que talvez seja a que, embora incompreensível, faça mais sentido. O seu erro é não considerá-la e muitas vezes nos “vender” hipóteses como teorias validadas. A verdade é que a ciência atual não faz a menor ideia do que seja a consciência.

A consciência não é um atributo ou recurso da mente

A mente guarda inter-relação com o cérebro. Modificações e danos em estruturas cerebrais levam a mudanças na mente, no comportamento do indivíduo. O cérebro pode ser entendido como o hardware, e a mente como o software que roda com e neste hardware. Pode ser que esta mente seja totalmente dependente do cérebro, que ela sim seja um resultado deste, e também pode ser, mesmo concomitantemente a isso, que o que nós somos em essência tenha como veículo de manifestação a mente, mesmo em outras condições de existência.

Em outras palavras, assim como a mente no corpo físico está vinculada ao cérebro, quando nos manifestamos sem o corpo físico (após a morte deste ou em alguns casos de experiências de quase morte – EQMs – e de projeção astral), nosso ser há de possuir veículos de manifestação, para ter a experiência sensorial e relacional. Então existiria mente também sem cérebro. Esta hipótese talvez seja a única que permita conciliar evidências neurocientíficas de alteração mental pelo cérebro e evidências também científicas (mas que a Religião Ciência ou Crença Materialista como um todo não incorpora) de experiências sensoriais e existenciais fora do corpo e independente do funcionamento cerebral e sensorial comum, documentadas sobretudo em EQMs (confira exemplos em Edson Amâncio e Raymond Moody).

Essas experiências sem corpo físico são denominadas como sendo em corpo astral (entre outros nomes, como corpo espiritual e mesmo alma – mas note que “alma” aqui não se refere à totalidade ou essência do ser). Esse “corpo” possui atributos, mente e sentidos. Mas o corpo astral ou a mente não é a consciência. Ele é outro veículo, meio, interface pelo qual a consciência, o ser se manifesta, percebe, interage.

A consciência não é a própria mente em si

Outra confusão que se faz é que a mente (ou o corpo astral como um todo) seja a consciência – não é -, o que já foi introduzido no tópico anterior e será melhor compreendido aos investigarmos afinal o que esta última vem a ser.

Consciência não é somente um estado

Chamamos também consciência ao estado da consciência desperta ou lúcida – e inconsciência sua ausência aparente ou imperceptível mentalmente: em sono profundo sem sonhos ou estados induzidos como por anestésicos.

Mas não se confunda com o efeito homônimo: o fato da consciência em si se refletir na consciência objetiva sensorial não quer dizer que sejam exatamente a mesma coisa; a última é um efeito ou manifestação da primeira.

O fato de não podermos perceber mentalmente ou registrar cerebralmente estados de sono profundo ou sob anestesia obviamente não quer dizer que não existamos enquanto estamos neles. Quer dizer que, com a interface do cérebro e da mente desativada, não os registramos. As exceções confirmam essa afirmação: é possível estar no estado de sono profundo sem sonhos do corpo com autoconsciência perfeita, o que em sânscrito se chamou turiya, “o quarto estado” (eu mesmo já estive acordado enquanto o corpo dormia); há também inúmeros relatos de pacientes que, sob anestesia geral, estavam com o corpo físico desativado, mas conscientes fora do corpo, utilizando outros recursos sensoriais, mentais, que não os do cérebro e órgãos físicos.

Consciência não é apenas ou necessariamente autoconsciência

O que a Ciência e a Psicologia às vezes chamam de consciência, ao limitá-la ao “eu”, é na verdade consciência COM sentido de eu, o que caracteriza a consciência individual. Outro nome para isso é autoconsciência.

Assim, às vezes dá-se o nome “consciência” (ou “ser consciente”) à autoconsciência ou consciência de si, mas cuide-se para não ser confundido(a) pela terminologia. Esta é somente um aspecto ou manifestação da consciência, um reflexo dela, que chamamos de consciência individual, com sentido de eu, que pode ou não estar presente (em humanos, animais, plantas, micro-organismos, células) e que não representa sua totalidade ou a totalidade de sua função, mesmo porque essa autoconsciência pode ser transformada quando o indivíduo se des-envolve, passando a ser a consciência de todo o Universo manifestado e a percepção de que a consciência está à parte dele, como acontece neste exato momento com você: sua consciência atua ou testemunha neste mundo mas “não está” exatamente nele.

Consciência individual

Observamos que o que muitas vezes é chamado consciência vem a ser um aspecto da consciência, a saber, a consciência individual (chitta), que pode ser definida como mente com sentido de “eu”, e vem a ser, como já dissemos, a manifestação da consciência (chit) nesses veículos.

O que é a consciência?

A verdade é justamente o oposto dessas hipóteses: a consciência é aquilo ou quem percebe, testemunha, está ciente. A manifestação da consciência é conhecer.

E a mente, o cérebro e quaisquer outros veículos de manifestação são seus instrumentos.

Mulher, sentada de costas, virada para o sol que se põe atrás de montanha ao fundo. A silhueta da mulher e onde ela está sentada estão totalmente sombreadas pelo efeito da luz solar contra a câmera. Frase na parte inferior da imagem: Consciência é aquilo ou quem percebe, testemunha, está ciente.
Reprodução livre (manter crédito). Imagem base © Dingzeyu Li em Unsplash

A consciência é o que nós somos, nossa essência. É a nossa parte intangível e imensurável por meios físicos. Consciência é ser testemunha. Isto que somos utiliza-se de veículos de percepção e manifestação – a mente e o corpo. Então, enquanto no corpo físico, nossa consciência utiliza-se dele – como um todo, não só do cérebro – para interação neste mundo: nossa atividade atividade mental (sensorial, mnemônica e intelectiva) fica diretamente relacionada à cerebral, que tanto a capacita como a limita a seus próprios recursos.

Isto significa, por exemplo, que um cérebro pode ser avariado e danificado em todas as suas capacidades mentais, causando drásticas mudanças comportamentais ou até mesmo tornando seu portador “inconsciente”. A pessoa, em si, não deixou de existir e nem sequer mudou em essência. A consciência, o ser, segue existindo – só houve um maior embotamento momentâneo de seu veículo atual, do qual quando se desvencilhar “recuperará” sua capacidade. A consciência não é dependente da mente. A mente é que é um atributo ou recurso da consciência como meio de manifestação e interação.

Enquanto a consciência em seu estado puro é a testemunha, provavelmente onisciente e onipresente (e em última instância seja quem aja), neste mundo a mente e o cérebro tendem a “dominá-la” e a “pobre” consciência passa a ser muitas vezes espectadora de uma configuração mental aberrante que, embora não a modifique em sua essência, dita as ações do indivíduo. O antídoto que funciona na maioria dos casos é o autoconhecimento, facilitado pela contemplação e meditação, que tiram a nossa identificação com a mente.

O Eu real

Cientistas materialistas agora afirmam que o processo de tomada de decisões é inteiramente produto do cérebro, das interações entre neurônios, de que não há real arbítrio. Na visão deles, nós não somos muito diferentes de uma máquina, somos como coisas. Mas isto é completamente incompleto e equivocado. Em última instância, existe alguém que atua, existe um Eu real (e não somente um ego alimentado por memórias).

A consciência é este Eu real. Quando o cérebro não estiver mais operando, ela ainda vai existir; quando a humanidade se destruir e acabar com a habitabilidade do planeta, ela ainda vai estar lá, assim como o espírito, a vida. Se o Universo todo, maya, prakriti, ruir, ela ainda estará.

Isto que esses cientistas teorizam que não existe, é a coisa que mais existe, ou a única coisa que indubitavelmente existe.

A intangibilidade da consciência e o autoconhecimento milenar

Tanto tempo é gasto buscando o que se é.
Muito melhor é entender o que não se é.
Então, o que permanece é puro e o que se é.

Escritos de Wu Hsin (Roy Melvyn) #496

Utilizamos nesta página um método milenar encontrado nas Upanishads e no Vedanta Darshan, o neti-neti (“não é isto; não é isto” ou “não é isto; não é aquilo”), que consiste em aproximar-se, através da negação, da definição daquilo que não pode ser definido nem concebido.

Em outras palavras, desconsidere o corpo físico, o cérebro, o mundo físico, o corpo astral, a mente, o universo astral. O que sobra é o que você é, mas isto é intangível, é o mistério da existência e é afinal o que somos.

Quando a gente mergulha tão fundo em si ou percebe além da mente começa a se dar conta da amplitude experiencial de Gautama Buda. Ele dizia: “Olhe para dentro de você e procure um eu“. No fim, não havia um eu, somente shunya, vazio, um completo silêncio, um não-ser – e somente por este nada ou não-existência é que a existência é possível, tem sentido.

O Samkhya Darshan, antigo conhecimento hindu, afirma que existe Purusha (espírito, consciência) e Prakriti (Universos manifestados; natureza). Purusha é a essência que anima a matéria. Nisto, talvez não seja detectável por meios físicos, como falou o Buda, é uma ausência, uma negatividade. Como detectar aquilo que não está aqui? E que ao mesmo tempo é a única coisa que realmente certamente existe? Como concluiu Descartes, tudo pode ser um sonho, mas a testemunha existe.

Neste campo, muito mais promissor do que o caminho de observação da ciência convencional atual, objetivo, é o caminho apontado pelos sábios de outrora: o interior, a meditação, a investigação de Quem sou eu? – subjetivo, existencial. A hora que a ciência passar a levá-los mais a sério, poderá ao menos incorporar hipóteses e teorias mais prováveis do que as atuais e que, ao contrário delas, não reduzam o ser-humano (e todos os seres) a pura matéria, a coisas.

E por falar em testemunha, como o O Caminho de Jesus em breve terá sua explanação iniciada e poderemos expandir a compreensão mística do livro da Revelação (muito diferente da crença popular mais literal), vamos citar uma passagem dele:

“E ao anjo da igreja de Laodiceia escreve: Isto diz a Verdade, a testemunha fiável e verdadeira, o princípio da fundação [estabelecimento, criação] de Deus…”

A Revelação 3:14

A testemunha não é outra que não a consciência.

Na milenar sabedoria hindu, o que nós somos em essência (atman ou brahman) tem três aspectos ou pode ser sentida ou explicada de três maneiras: chit, esta consciência da qual estamos falando; sat, existência; e ananda, êxtase ou deleite – são todos uma só coisa, o que na China antiga foi chamado o Tao. Sachchidananda ou consciência-existência-êxtase se manifestam como ser, conhecer e sentir ou desfrutar.

A “localização” desta consciência parece muitas vezes ser a não-localização ou a todo-localização ou omnipresença, omnisciência.

Sadhguru disse em algum lugar que “não existe algo como sua consciência e minha consciência, a consciência é una”, e parece que, no que diz respeito a essa consciência em si, ele tem razão. E agora Jim Carrey está concordando com ele – mas talvez seja somente outro caso para o Dr. Rydell.

Veja também:

  • Ser consciente
  • “A voz da consciência”
  • Youtube No canal no Youtube Afinal, o que somos nós? há inúmeros relatos que demonstram que há consciência independente do estado cerebral e que ela pode se desligar do corpo. Mais, diversos entrevistados experimentaram a consciência como Una, cósmica, universal.
    • Isso é também bem demonstrado por Carlos Mendes, na playlist Desvendando, em que ele lê EQMs importantes publicadas em livros mundo afora e as compara com algumas relatadas para o próprio canal.
  • Youtube Documentário DMT, A Molécula do Espírito (legendado e disponibilizado pela Canal Oficial da UDV)
    • Original em inglês: DMT: The Spirit Molecule (clique no ícone de ferramenta » Legendas » podendo escolher Inglês ou Tradução automática » Português)

Pesquise aqui referências a Consciência no site.

Conheça também

Você, Ilimitado:: Yoga na Vida (Pedro Kupfer)

Você, Ilimitado:: Yoga na Vida (Pedro Kupfer)

A síntese deste curso online pode expressar-se numa única frase: você já é a felicidade que busca.

O nome do curso, Você, Ilimitado, é uma paráfrase do Grande Ensinamento da Ma??ukyopani?ad: Ayam Atma Brahma. Traduzindo, esta afirmação quer dizer que você é idêntico a Brahman, o Ser Ilimitado.

É justamente essa upanishad que o Prof. Pedro Kupfer utiliza para explicar os fundamentos do autoconhecimento.

Curso com 12 horas de conteúdo em vídeo + material complementar, como apostila.

Confira as aulas introdutórias abertas.

chela » Conceitos » Consciência

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *